A Nossa presença Global

Somos uma multinacional com presença física em 12 países e distribuição de conteúdo em mais de 30 países.

Alemania, Arabia Saudi, Argentina, Brasil, Colombia, Chile, Espanha, Estados Unidos, França, Turquia

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Marcas Internacionais com presença em Portugal

EA Webedia já está presente em território português mesmo antes de abrir suas operações por cá. Graças a audiência portuguesa em sites internacionais como o TudoGostoso, MinhaVida, AdoroCinema e muitos outros.

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COMUNIDADE DIGITAL: As marcas que fizeram a sua sofrem menos na crise

Se está a ler este texto e ainda não investe no digital, vou ter de lhe contar duas coisas. Primeiro, o seu futuro será muito sombrio! De há 3 meses para cá, até mesmo os gigantes de tecnologia como a Google, a Netflix e a Amazon se assustaram com o tamanho da demanda de novos utilizadores.

Segundo, se você quiser que a sua marca sobreviva neste novo ambiente digital, comece bem! Não será uma campanhazinha no Google ou no Facebook que vai fazer as pessoas preferirem a sua marca à do seu concorrente…

WELCOME TO THE NEW REALITY!

Neste mundo digital, os utilizadores estão 100% do tempo conectados; a acompanhar o feed de notícias do Facebook, do Instagram, assistindo os vídeos do YouTube ou até as tendências do TikTok. A luta pela atenção do utilizador é muito cruel! Competimos simultaneamente com as fotos dos amigos, os vídeos de aniversários entre amigos pelo Zoom, as mensagens de esperança, as fotos dos bebés, dos cachorros e as mensagens de bebés com cachorros… e, obviamente, um post da sua marca dizendo 5% de desconto.


AFINAL, VOCÊ (ATÉ ACREDITA QUE) FAZ DIGITAL!



Antes de se preocupar com o tamanho do seu desconto, você se preocupou em saber se o seu target conhece a sua marca? Se ele consegue perceber qual o real benefício que a sua marca traz para ele? E, por último, a sua marca consegue segurar a atenção deste utilizador ao ponto de ele preferir interagir com ela, ao invés da imagem do bebé com o cachorro?

Se você respondeu sim para todas as perguntas acima, parabéns. Você está no caminho da construção de uma comunidade.

A sensação do utilizador ao ser impactado pela sua marca é o que realmente pode fazer a diferença na sobrevivência da sua empresa.

Mas o que é essa tal “comunidade”? Uma resposta óbvia seria citar um clube de futebol. Um clube que carrega uma legião de fãs, que adoram e veneram tudo que seja novidade em relação à sua paixão: notícias, resultados, mas também merchandising, todas as pessoas e produtos ligados à sua equipa. Os fãs torcem e amam o seu clube de forma irracional. Ficam felizes quando ganham, sofrem quando perdem, mas estão lá, fiéis e apaixonados, unidos por uma paixão comum; isto é significado de comunidade.

Agora, no que toca à comunidade de marca, trago uma pergunta: o que têm em comum a Harley Davidson e Star Wars? Nada! Afinal estamos a falar de uma marca de motos e uma franquia de filmes. Porém, ambas têm tudo em comum se analisarmos as respetivas legiões de fãs. O que torna esses fãs uma comunidade é a interação: social ou digital. Motoqueiros e geeks se reúnem para trocar informações, ideias, fanfics, fotos e uma infinidade de conteúdos acerca das suas paixões.

A construção da comunidade

Façamos um paralelo com o digital da seguinte forma: Imagine um concerto de uma banda em que toda a platéia ao invés de pagar pelos bilhetes, foi paga para assistir. Não cantam junto, não aplaudem, não vibram com as músicas. Isso é o que acontece quando você, ao impulsionar um conteúdo sem emoção, impõe ao utilizador digital que olhe para ele: ele vai olhar, passar para o lado e esquecer. Agora como fazer com que o utilizador seja fã, compre o bilhete, se desloque e vá ver a sua banda favorita? Isso é o trabalho de construção da comunidade. Ele se faz com conteúdo, conversa, troca e estratégia. Muitas marcas (eu diria as melhores) já podem ser consideradas verdadeiras Rock Stars no digital, em termos de comunidade.

O raciocínio é muito simples: onde está o meu público-alvo? O que ele busca? O que ele gosta de consumir? O que ele gostaria de consumir e não está a ser produzido? É a partir desta análise que se constrói uma conversa, um envolvimento. Um trabalho constante de análise, performance, ajuste do que não está a ser aceite e o mais importante: o envolvimento da marca com o público de uma forma tão forte que este se torne uma comunidade.

Plataforma, conteúdo e linguagem

Num país em que se consome tanto conteúdo digital como o Brasil, a Ubisoft (produtora de games como Just Dance, Assassin’s Creed, Rainbow Six e WatchDogs) possui o 3o maior canal de marca no YouTube. O segredo desse sucesso? Primeiro, tem uma qualidade técnica muito boa. Segundo, conhece o seu usuário, sabe onde encontrá-lo e sabe qual o seu interesse. Até por isso, se atreve a falar não só dos seus produtos como também sobre games produzidos por empresas competidoras. E, por último, mas não menos importante: a linguagem! Apresentadores e convidados fazem parte da comunidade, possuem as mesmas paixões e hobbies, o que transmite uma identificação imediata. Além disso, a linguagem empregada é nativo-digital e inerente à comunidade gamer, com palavras próprias, expressões em inglês do universo gamer e até gíria (sem falar de algum vernáculo), o que sempre foi inapropriado nos media tradicionais.

Nós dois sabemos que você fala de uma forma muito especial com os seus amigos, então por que sua marca não fala assim com os seus clientes? Será que a sua marca é amiga do próprio target? 

E porquê se relacionar tão profundamente com seus clientes?

Sua presença no digital define o quão profundo é o relacionamento com os seus clientes. Você pode:

1 – Ter a sua marca presente em algumas conversas, o que significa ter uma presença de marca, mas sem que esta possa interagir, dialogar. 2 – Utilizar a sua marca para promover certos assuntos e participar de algumas conversas.

3 – Ser a casa para que os utilizadores conversem e ainda sugiram temas para discussões, nesse caso, e somente nesse caso, sua marca possui uma comunidade.

Tendo a sua própria comunidade, uma marca tem a capacidade de ler os interesses, necessidades e opiniões de seus membros de forma sincera e imediata. Com isso, ela pode antecipar tendências, obter insights para a criação de novos produtos, resolver conflitos e até mesmo promover compras.

LOVE THE HAIR

Como as marcas de hair da Unilever decidiram conversar

A Unilever FIMA percebeu bem esta tendência quando no meio de 2016 lançou o projecto LOVE THE HAIR, com o objectivo de construir uma comunidade em torno da TRESemmé, que ensinasse os usuários, através de tutoriais de conteúdo: como utilizar os produtos de Qualidade Profissional da marca para obter os melhores penteados. Em 2020, a Unilever, reconhecendo a dimensão que o LTH podia ganhar, para todas as marcas no território de Haircare, ousou introduzir algumas mudanças. A primeira mudança foi decidir ter um canal assente no engagement com a comunidade englobando todas as suas marcas neste território; a segunda foi trazer a Webedia para pensar a estratégia do conteúdo em torno do canal.

Foram tidos alguns cuidados estratégicos, como trazer para a frente do conteúdo duas creators que já faziam parte da comunidade como embaixadoras do projeto e, com isto, criar uma maior proximidade com a audiência. Ao utilizar assuntos do quotidiano, dúvidas e mesmo gravações feitas em casa durante a quarentena, foi estabelecido um diálogo com o público-alvo oferecendo dicas, tirando dúvidas, respondendo a comentários e assim percebendo as tendências envolvendo a sua comunidade. Uma das chaves desta nova estratégia do Love the Hair foi entender quais eram as maiores tendências procuradas pelas pessoas, de modo a adereçar conteúdos contextualizados nos seus interesses praticamente em real-time.

“Para nós, o aspecto central desta mudança estava em fazer crescer ainda mais a comunidade do Love the Hair, com conteúdos que fossem de fato os mais relevantes para o público, gerando sentimento de pertença e engagement. Além disto, queríamos também deixar de ser totalmente dependentes de grandes influencers para a criação de conteúdos como éramos antes. Com esta mudança, conseguimos não só mais agilidade de resposta, como também assertividade em relação a criação de conteúdos contextualizados e feitos para a Comunidade. E de fato, se olharmos só para os números atuais, já se nota que fizemos as escolhas certas vendo o crescimento dos níveis de views, novos seguidores e métricas de engagement, entre outras” – Amanda Pini Category Leader Hair Care of Unilever FIMA

O vídeo do canal do YouTube que dá dicas para exercícios em casa, foi o segundo vídeo mais assistido em Portugal da playlist “Fica em casa #comigo”, criada pelo próprio YouTube. Também durante o isolamento, o número de seguidores chegou perto dos 9.000, traduzindo um crescimento de mais de 600%. Um dos posts no Facebook, que ensinava a forma correta de lavar as mãos, alcançou mais de 1,4 milhões de pessoas e quase 1500 compartilhamentos.

Com uma média de retenção de 60% nos vídeos, o canal Love the Hair no YouTube não só é um grande sucesso na construção de comunidade e relevância de conteúdo, como também é uma ferramenta de análise para as linhas TRESemmé, Love Beauty and Planet, Sunsilk, Linic e Axe, que fazem parte de forma orgânica do conteúdo.

Foi também no meio da quarentena que a Unilever desenvolveu com a Webedia o site do projeto www.lovethehair.pt com lançamento previsto para o dia 29 de junho. Será mais um “ponto de encontro“, onde todo o conteúdo criado é editorialmente trabalhado com relevância para a comunidade.

Com o site, a marca irá preencher e ocupar todo o território de SEO sobre cabelos em Portugal.

Hoje, o Love The Hair está em todo lugar, com conteúdos adaptados às respetivas plataformas, resultado de um trabalho conjunto de análise e produção de insights permanente. Resultado: a produção de conteúdos que a comunidade quer, precisa e AMA.

Meu nome é Renato Paiva, sou sócio e fundador da Webedia Portugal e fui sócio da Webedia Brasil entre 2014 e 2018. E o que é a Webedia? Uma multinacional Francesa de tecnologia dedicada a produção de conteúdo e presente em mais de 10 países. Mas eu prefiro dizer apenas que somos uma produtora de conteúdos especializada na construção de comunidades. Temos nossas próprias comunidades em nossa atividade de publishing e construímos comunidades apaixonadas por marcas clientes em nossa atividade de Brand Publishing.

Se gostaria de saber mais sobre esse assunto, me escreva: renato.paiva@webedia-group.com 

Conheça a Webedia Portugal acedendo a www.webedia.pt ou www.webedia.fr.

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Volta à rotina: Dicas para a dupla jornada de pais e mães

Com a volta às aulas a dobrar a esquina, a volta à rotina cansativa e a dupla jornada de pais e mães é inevitável. Principalmente em um momento onde ficamos com as crianças em casa por longos 6 meses, pode ser mais difícil e desafiador pegar o ritmo novamente.

Devido a pandemia do Covid-19, tivemos longos meses de crianças confinadas em casa, cheias de energia e pais em teletrabalho. Não foi fácil se adaptar ao novo ambiente, as divisões de tarefa e de tempo, achamos que não íamos mesmo conseguir. Mas depois de algumas semanas a coisa se ajeitou e conseguimos até ver o lado bom: acabar de trabalhar e já estar em casa, almoçar com os filhos, ter mais tempo para cozinhar e brincar.

Com a chegada do verão chegou, e com ele as férias, nos esquecemos de tudo isto. Pudemos aproveitar os dias de sol e calor com os míudos na praia e relaxar um pouco em tempos tão incertos.

Agora nos deparamos com um momento de retomada da vida que ficou esquecida lá no início do ano, antes da Pandemia e do confinamento. Mesmo ainda com muitas diferenças e restrições para garantir a saúde e segurança de todos, estamos a chegar mais perto da vida que tínhamos. E essa readaptação pode ser ainda mais complexa do que primeira. Mas com algumas dicas de organização e gestão, de tarefas tudo pode ser mais fácil. Abaixo pode ver algumas ideias para começar a colocar em prática já, e ter um dia a dia mais leve.

1 – Planeia a ementa dos jantares
Se quer ter uma semana tranquila e sem surpresas, planeia cada dia. Faça a ementa da semana para os jantares, e escolha um membro da família para ser responsável a cada dia. Faça as compras já com base nesta lista para que não falte nada. Desta forma evita aquele drama de fim do dia “O que é que vamos jantar ?” e acaba por fazer omelete pelo terceira vez na semana.

2 – Organiza as actividades suas e de seus filhos
Quem busca a Maria na escola na quarta-feira ? E quem leva o João na natação ? Vão dormir na casa dos avós? E que horas vai fazer a aula de yoga ? Resolva tudo antes da semana começar, assim vai conseguir gerenciar melhor os tempos, definir os momentos que tem para si, e até marcar reuniões de trabalho de acordo para que não conflite com a sua agenda pessoal.

3- Divida as tarefas
Ninguém dá conta de tudo sozinho. E afinal, moram mais pessoas nesta casa, certo ? Se tem filhos com mais velhos, ele podem realizar algumas tarefas básicas da casa que são de grande valia: varrer a sala, lavar os pratos, recolher a roupa do estendal, guardá-la no armário. Você também não precisa ser o Chef todos os dias, deixei sua esposa ou marido cozinhar algumas vezes por semana. Com um pouco para cada um, não fica muito para ninguém.

4 – Relaxa e aproveite.
Nem tudo vai sair como planeado. Sua casa não vai estar sempre limpa, e nem sempre terá legumes no jantar. As vezes pode não dar tempo de fazer o Yoga, e todos nós já mandamos o miúdo para escola sem o uniforme alguma vez. E está tudo bem. Viver com as imperfeições faz parte da vida de todos os pais e mães, aprenda também a relaxar a aproveitar os curtos momentos com a crianças no fim do dia, e não deixe de fazer o Happy Hour do trabalho alguma vez no mês, faz bem a todos.

A nossa vida é a nossa rotina, tem de ser leve, divertida, feliz. Aprender com os erros, e apreciar as imperfeições. Acredite, há beleza no caos. É só treinar o olhar.

3 dicas para usar as Redes Sociais de forma segura

Passamos horas em frente ao ecrã, seja a trabalho ou nas horas vagas. Todos nós entramos pelo menos uma vez ao dia em alguma rede social, senão em várias. Vemos ali fotos e informações de toda a gente, todo tipo de notícia e conteúdo. Mas há um limite.

Nos dias de hoje a nossa exposição é grande, e há quem diga que não há mais privacidade. Você pode nem postar nada nas suas redes sociais, mas algum amigo vai te marcar em uma foto no Happy Hour da empresa, e logo os seus amigos e familiares vão saber onde você esteve.

Tem também sempre aquele tio que partilha fake news no Facebook, e a tia que acredita. Ou ainda pior, o tio que clicou no link, pegou vírus e passou para toda a lista de contactos. Logo todos os familiares estão com o vírus, e nem estamos a falar do Covid-19 !

E o clássico caso do amigo que teve o telemóvel roubado, e tinha lá todas as informações financeiras em uma conversa de Whataspp. No dia seguinte descobriu que usaram o cartão de crédito para comprar uma passagem para Nova York. Acontece.

Mas saiba que há maneira de limitar o riscos que corre com as redes sociais, e usá-las com cautela e parcimónia para que possa só extrair dela o que há de bom. Veja abaixo 5 medidas a tomar para ser mais seguro na net.

1 – Não acredite em tudo que vê.
Cuidado com perfil fake. Não conhece a pessoa que está solicitando amizade ? Não aceite. Estes perfils podem ter acesso a tudo que posta e usar isso de maneira ruim.
Não conhece o site de notícias postado pelo seu tio? Não partilhe. Procure checar as fontes e informações antes de passá-las para frente.

2 – Não clique em todos os Links sugeridos
Este é básico. Os vírus que danificam os seus computares e telemóveis estão por toda a parte, e quase sempre disfarçados de links interessantes. Não clique se parecer muito apelativo, ou se estranhar a pessoa que enviou.

3- Não tenha informações financeiras no telemóvel
Todos temos aplicações do banco e do cartão de crédito no telemóvel. Certifique-se de que são todas protegidas por senha. Não tenha dados pessoas em e-mails, conversar de Whatsapp ou redes sociais. Caso tenha o telemóvel roubado ou perdido, bloqueie imediatamente as aplicações.

Com estas dicas básicas, pode estar certo de que tem menos chances de cair no mundo obscuro das redes sociais, e continuar usando-as com segurança e responsabilidade.

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O que é que os Videojogos me ensinaram

Não foi assim à tanto tempo que o facto de um jovem dedicar parte do seu tempo a jogar videojogos tinha uma conotação extremamente negativa. Falta de desenvolvimento de skills sociais a ser apontado como o principal factor negativo para suportar este argumento. Tudo isto associado a um estilo de vida mais sedentário associado a esta actividade e também as notícias que nos chegaram de países como a China e Coreia do Sul de alguns jovens que ultrapassaram o limite do razoável e que infelizmente acabaram por falecer em frente a um computador nos cyber cafés que ainda proliferam nesses países acabaram por alimentar um estigma que acaba por atrasar e prejudicar de uma forma quase fatal o crescimento de uma indústria que hoje é maior em termos económicos que Hollywood.

O que mudou?

A verdade é que o primeiro passo foi o aparecimento da internet de alta velocidade que acabou por se tornar de fácil acesso na maioria dos países desenvolvidos que serviu de catalizador para a mudança da imagem desta actividade o que acabou por despoletar estudos de várias entidades de renome como a Columbia University’s Mailman School of Mental Health e a American Psychological Association demonstraram que a maioria dos sujeitos testados, na sua maioria crianças entre os 6 e os 15 anos, acabaram por desenvolver maiores capacidades cognitivas, criativas e motivacionais.

Tudo isto leva à pergunta fundamental feita neste artigo que me levou numa viagem introspectiva de forma a poder perguntar a mim mesmo. O que é que os videojogos me ensinaram?

A verdade, que caso tenham lido o meu artigo de apresentação, certamente já saberão que desde os meus 14 anos (tenho agora 30) dediquei grande do meu tempo à indústria dos videojogos mas sempre na vertente competitiva. Construí algum sucesso em termos desportivos, mas acima de tudo foram o ponto de partida para a construção de uma carreira que acabou por me permitir trabalhar com uma empresa incrível como a Webedia Portugal. Mais profundamente, os benefícios para mim considero que acabam por ser mais profundos que os três fatores mencionados anteriormente, a verdade, é que desde os meus dezasseis anos que os meus pares no mundo dos desportos eletrónicos se sentiram confortáveis em entregar à minha pessoa a responsabilidade de liderar e gerir as equipas das quais faziamos parte, tudo isto inclui, por exemplo, gerir um grupo de cinco pessoas em situações de alta pressão desportiva, decidir a estratégia e o caminho que uma equipa deve seguir de forma a construir uma estratégia de marketing sempre com acesso extremamente limitado a recursos. O que considero que me deu uma enorme capacidade de liderança. Algo que pode ser inato a qualquer pessoa, porém, se essa capacidade inata não for nutrida e estimulada, é o mesmo que nada. A verdade é que na sociedade atual, muitos são os que dizem que mandam, poucos são os que são verdadeiros líderes e apesar de tudo, eu sinto que essa capacidade acabou por ser de extrema importância no meu crescimento pessoal.

O segundo factor que escolhi para partilhar com o leitor sobre aquilo que os videojogos me ensinaram ao longo dos anos, é mesmo a capacidade de gestão pessoal e de recursos, podemos pensar pura e simplesmente nos jogos de estratégia e a resposta típica é: “Mas o quê? Tas a gerir milhões do Real Madrid no Football Manager… Mas é tudo a fingir pa!!”. Mas será? A verdade, especialmente se for o clube do vosso coração, o investimento emocional envolvido num savegame de Football Manager é fora de série. Eu sou sportinguista, e digo-vos, não há sensação melhor que agarrar no meu clube e ser tricampeão da Champions League. E desenganem-se! Não é toda a gente que tem a capacidade de obter este tipo de resultados neste jogo, não é uma questão de pura e simplesmente por os jogadores a jogar, gestão financeira, de orçamentos, do momento motivacional da equipa, das personalidades dos jogadores e dos calendários da equipa com as suas cargas de trabalho inerentes, são algumas das coisas que um jogador deste jogo tem de fazer. É uma simulação? É.. Mas a cada ano que passa vai-se aproximando cada vez mais da realidade.

De uma forma geral eu afirmo aqui. Sem os videojogos, as competências profissionais que me permitem trabalhar numa empresa como a Webedia Portugal nunca se teriam desenvolvido.

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